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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Grito sem voz

Caminho neste mundo imundo de poeira e sangue.
Arrasto-me como a sombra de alguém que já viveu e hoje não tem mais nada.

Sem corpo, sem forma. Não tenho nada, não sou nada.

Um grito sem voz entorpecido por muitas xicaras de chá e vários remédios de  tarja preta.

Ninguém entende o que se passa em minha mente doentia.

Cansada de pedir, casada de implorar, cansada de respirar, cansada de existir,

Um comentário:

Renata Ferretti disse...

As vezes nos sentimos sem forma e desanimados, mas a vida sempre nos revela boas surpresas. Nada melhor que olhar para o lado e perceber que somos amados e que existem pessoas que torcem de verdade pela sua felicidade! Seu feijãozinho está chegando e você terá de existir por muiiiiiiitos anos! Te amo