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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Privacidade




Sinto-me sufocada, invadida, violada.
Anseio pela alcova que era só minha.
Meu quarto, minha cama, meu mundo.

Deito-me nesse colchão que odeio,
Olho para o teto, olho para os lados...
Como se tentasse abandonar meu corpo e fugir daqui.

O pesar é soberano.

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