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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Diabo de terno e gravata


Já era dia quando abria porta de casa.
A noite sumiu em meio aos sonhos e aos desejos.
Quando ele colocou a mão na minha cintura e me tirou para dançar, juro que me esqueci do teu silêncio.
Perdi o juizo dentro dos beijos e do calor que me devorava.
Eu já tinha te contado que Rafael era um demônio.
Na noite passada, eu cedi a tentação.