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terça-feira, 12 de julho de 2011

O casulo e a Borboleta



Como é cansativo este constante esforço de tentar escapar de mim mesma!
O dispêndio de energia para romper com as limitações do mundo, as limitações da corpo e as limitações da mente são extremamente extenuantes.
Não posso aceitar a condição que tenho que olhar pra dentro antes de abrir as asas para o mundo... o mundo está lá fora, aqui dentro, ainda é a prisão.
Não vejo a hora de irromper os liames que me prendem neste espaço onde tudo o que vejo, toco e sinto emana somente de mim.
Não nasci para viver no casulo, a natureza me chame e demanda mais... sempre mais.

Quero mais......quero sonhar mais... viver mais... e alçar altos vôos.
Quero respirar em longos haustos e dar um mergulho profundo.

Vem comigo?

3 comentários:

Marcos Alves Lopes disse...

Olha aí, Cacau, o grito de emancipação que falava. O que impede de sair desse casulo? A literatura parece ser um passo... que mais pode abstrair a Cacau de tal forma? Para esse lugar que você caminha, paraíso dos poetas, sempre cabe mais um, me incluo aí! abração!

Wagner Nyhyw disse...

Vamos!

Ivan Silva disse...

Também!