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sábado, 21 de maio de 2011

O belo e o incerto




Após horas de chuva, podia ver no céu ainda nublado alguns lampejos de sol.
O vento ainda estava frio lá fora,
Mas, de repente sentia novamente uma vontade de caminhar e explorar o mundo.

Há tantos sons, gostos e cheiros para sentir,
Um mundo de sensações e surpresas.
Não mais a certeza do embaraço.

Não há mais laços que se enrolem em pensamentos confusos,
Nem amarras que a prendam de sair,
Queria desbravar o horizonte.
Bater asas por aí.

Como é bom respirar sem pressa.
Sonhar sem nenhuma promessa.
Abraçar o desconhecido,.
Ignorar o próprio destino. 

A delícia de desconhecer a própria desventura,
Ou será simplesmente reconhecer a preciosidade da aventura?
Um mundo inteiro de pequenas alegrias mutáveis.
Uma vida inteira para recomeçar.

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