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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dois




 
Arraste seu belo cavalo branco pela superfície deste vasta planície,
Trazes a dor e o sofrimento, infligindo a vergonha na face de tuas vítimas,
as quais estendidas no chão clamam por tua misericórdia e o teu perdão.

Não tenho medo do teu silêncio.
Do escarninho de tuas horas mortas ou das palavras tortas.
Leva a tua peste pelo mundo.
Com a tua Respiração serena e tranqüila.
O tempo passa com o aguilhão das horas.
Mas, só desistem aqueles que têm medo.

Quando ergueres a tua destra para desferir o golpe.
Eis que eu, com a minha espada, já  terei tocado no mais valioso bem de tua doce agonia.
O coração que não mais batia.
O precioso bem que guardavas em segredo.

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