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domingo, 31 de outubro de 2010



Feito chuva quente no final de uma tarde de verão,
chegou surpreendente iluminando um quarto escuro.
Caminhar doce e sereno,
Olhar seguro e pleno.

Não preciso estender minha mão,
Não tenho que cruzar os braços,
Acompanha e sustenta.
Não demanda o estabelecer de laços.

Silêncios com sorrisos,
Palavras sérias e contemplativas.
Se chorar, a chuva cái.
Se alegra! O meu céu se abre.

Abro os braços para o que não vejo,
Fecho os olhos, pois não tenho medo.
Se o coração bater rápido,
não me importa.
Que seja agora ou até mesmo nunca,
mas, que esse sentimento não se acabe.

2 poemas numa madrugada,
Telefones e caminhadas.
Perto ou distante.
Não temo mais nada.

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